Quanto Custa o Seguro de Vida por Funcionário

Quanto Custa o Seguro de Vida por Funcionário? A Faixa Estimada por Tamanho de Empresa (2026)

Ninguém te dá o preço exato do seguro da sua equipe sem ver o grupo — e quem crava número redondo na internet está chutando. Mas dá, sim, pra chegar numa faixa realista antes de cotar.

Rio Rubio Corretora · SUSEP 202057095 · no mercado em São Paulo desde 2017. Abaixo você entende o que move o preço por vida, vê uma matriz com faixas de referência por tamanho de empresa e descobre por que o custo real costuma ser menor que a fatura.

🧮 Receba a faixa da sua empresa no WhatsApp

Seguro de vida em grupo não tem tabela de prateleira: o prêmio por funcionário depende da idade média, da atividade e das coberturas. Diga o nº de vidas e a idade média da equipe — a gente calcula a faixa e traz a cotação sob medida.

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⚠️ Desconfie de qualquer “tabela oficial de preço por vida”. Ela não existe. Nem SUSEP nem CNseg publicam benchmark de prêmio por funcionário — só números agregados do mercado. Quem posta “R$ X por vida” como valor fechado está chutando um caso específico. O preço real só sai na cotação, com o perfil do seu grupo.

💡 Bônus: no Lucro Real, a empresa paga menos do que a fatura mostra. O prêmio é despesa dedutível e não entra na base do INSS quando o plano cumpre 3 condições. Veja a conta do custo líquido abaixo ↓

📋 Em resumo — pra quem tem pressa

  • Não existe preço fixo por vida. O prêmio por funcionário depende de 5 fatores; a idade média do grupo é o maior deles.
  • Faixa de referência de mercado (terceiros): corretoras como Vita Real registram R$ 8 a R$ 80 por vida/mês (R$ 8–15 na cobertura básica de morte; R$ 20–40 na completa), consultado em jul/2026 — não é nossa tabela, é ordem de grandeza.
  • Mínimo de vidas: planos de grupo geralmente pedem de 3 a 5 funcionários. Abaixo disso, o caminho costuma ser o seguro individual.
  • Custo real < fatura: no Lucro Real o prêmio é dedutível (RIR/2018, art. 372) — cada R$ 100 de prêmio custa cerca de R$ 66 no caixa a 34% (IRPJ+CSLL) — e não entra na base do INSS quando cumpre 3 condições (Dec. 3.048/1999, art. 201, §9º, XXV).
  • O custo de NÃO ter pode ser o capital inteiro: se a CCT obriga e a empresa não contrata, ela paga a indenização do próprio bolso (indenização substitutiva). Veja a conta ↓
  • Como reduzir: ajustar capital ao necessário, revisar coberturas, aumentar o nº de vidas elegíveis e comparar seguradoras.

⚙️ O que move o preço do seguro de vida por funcionário?

O prêmio por vida sobe ou desce conforme cinco fatores, e o maior deles é a idade média do grupo: equipe mais velha significa maior probabilidade de sinistro e prêmio por funcionário mais alto. Em seguida pesam o capital segurado por vida, a atividade/risco da empresa (CNAE), o número de vidas (que dilui o custo) e as coberturas empilhadas além da morte.

Fator Como mexe no preço por vida Peso
Idade média do grupo Maior driver. Equipe mais velha = risco de morte maior = prêmio por vida mais alto. Alto
Capital segurado por vida Quanto cada funcionário recebe em caso de sinistro. Dobrar o capital tende a dobrar essa parcela do prêmio. Alto
Atividade / risco (CNAE) Trabalho em altura, com máquinas ou em campo carrega mais risco que escritório. Alguns CNAEs mudam a aceitação e o preço. Médio-alto
Número de vidas Mais funcionários diluem o risco (mutualismo). Grupos maiores costumam ter custo médio por vida menor. Médio
Coberturas empilhadas Morte é a base. Somar doenças graves, invalidez por acidente (IPA), diária por afastamento (DIT) e assistência funeral eleva o prêmio por vida. Médio

🆕 Contexto de mercado 2026: o segmento de Seguros de Pessoas (onde entra o vida em grupo) movimentou R$ 72,7 bilhões em 2024, alta de 16,2% sobre o ano anterior. Fonte: CNseg — dados de arrecadação do setor segurador em 2024, divulgados pela confederação em abr/2025 (cnseg.org.br). É um mercado grande e competitivo — o que ajuda a empresa a comparar propostas antes de fechar.


💰 Quanto custa por vida segundo o tamanho da empresa (faixa de referência)

Planos básicos de morte ficam, segundo referências de mercado, entre R$ 8 e R$ 40 por vida/mês para grupos jovens e de baixo risco; coberturas completas (invalidez, funeral) e atividades de risco podem chegar perto de R$ 80/vida. Nenhum número é fixo — o preço fecha na cotação, com o perfil do seu grupo. A matriz abaixo dá a ordem de grandeza por tamanho e perfil.

Perfil do grupo Nº de vidas Cobertura típica Referência de mercado (terceiros)*
Escritório jovem (baixo risco) 5 Só morte, capital enxuto ~R$ 8–15/vida
PME serviços (risco moderado) 10 Morte + funeral ~R$ 15–30/vida
Comércio / equipe mista 20 Morte + IPA + funeral (completa) ~R$ 20–40/vida
Empresa maior / grupo mais velho 50 Morte + doenças graves + IPA Diluição ajuda, mas idade + coberturas mantêm ~R$ 30–60/vida
Atividade de risco (construção, vigilância) — CCT A partir de ~10 Capital alto exigido por CCT, coberturas obrigatórias Topo da faixa: ~R$ 50–80+/vida

*Faixas de referência de mercado divulgadas por corretoras terceiras (Vita Real: R$ 8–80/vida, sendo R$ 8–15 na cobertura básica de morte e R$ 20–40 na completa; Mutuus: a partir de R$ 25/vida), consultadas em jul/2026. Não são a nossa tabela — servem para calibrar expectativa. O valor exato do seu grupo depende de idade média, capital, CNAE, nº de vidas e coberturas, e só sai na cotação.


👥 Quantas vidas no mínimo para contratar em grupo?

Planos de vida em grupo geralmente exigem um mínimo de 3 a 5 vidas, dependendo da seguradora — abaixo disso, o caminho costuma ser o seguro de vida individual. É um dado público que varia por companhia, como mostra a tabela.

Fonte (referência de mercado) Mínimo de vidas Observação
Mutuus 3 Vida coletivo digital
Mescla Seguros 3 Conta colaboradores, sócios, administradores ou estagiários
BB Seguros 5 “A partir de cinco funcionários”
Sicredi 5 Mínimo de 5 vidas no plano em grupo

Fonte: páginas públicas de Mutuus, Mescla Seguros, BB Seguros e Sicredi, consultadas em jul/2026. São referências de terceiros — o mínimo da apólice recomendada para o seu caso confirmamos na cotação. Tem 1 ou 2 pessoas só? Veja o seguro de vida individual.


📊 Por que não existe uma “tabela oficial” de preço por vida?

Não existe tabela oficial de prêmio por funcionário porque nem a SUSEP nem a CNseg publicam esse dado por vida — divulgam só números agregados (arrecadação e sinistralidade do setor), nunca o preço de cada apólice. Como o prêmio é calculado atuarialmente caso a caso, com idade, atividade e capital próprios de cada grupo, um único número “de tabela” não faria sentido técnico — e por isso comparar propostas de seguradoras diferentes vale a pena.

👉 Na prática: quando alguém publica “seguro de vida empresarial custa R$ X por vida” como se fosse fixo, está pegando um caso específico e vendendo como regra. A resposta honesta é: depende do grupo — dá pra estimar a faixa, mas o valor fecha na cotação.


🧾 O custo real é menor que a fatura: dedução e sem INSS

No Lucro Real, o prêmio do seguro de vida em grupo é despesa dedutível: a uma alíquota combinada de 34% (IRPJ + CSLL), cada R$ 100 de prêmio custa cerca de R$ 66 no caixa. A base é o RIR/2018 (Decreto 9.580/2018), art. 372, para seguros de risco, desde que o benefício seja oferecido indistintamente a todos os empregados e dirigentes. Some-se a não incidência de INSS em condições específicas e o desembolso líquido cai ainda mais.

Benefício fiscal Regra Base legal
Dedução (seguro de risco) Prêmio é despesa operacional dedutível, sem teto, se ofertado a todos os empregados e dirigentes. RIR/2018, art. 372 · Lei 9.249/95, art. 13, V · SC COSIT 168/2021
Dedução (se houver sobrevivência) Se o plano tiver cláusula de sobrevivência (tipo previdência), a dedução tem teto de 20% da folha. RIR/2018, art. 373
Sem INSS O prêmio não integra a base de contribuição se cumpre 3 condições: (i) vida em grupo, (ii) previsto em CCT/ACT, (iii) disponível à totalidade dos empregados. Dec. 3.048/1999, art. 201, §9º, XXV
Valor pode variar por faixa Novidade 2025: o acesso tem que ser de todos, mas o capital pode variar por faixa salarial — a distinção coibida não é o valor. SC COSIT 105/2025 (receita.gov.br/solucoes-de-consulta)

⚠️ E se a empresa for Simples Nacional ou Lucro Presumido? A dedução do art. 372 vale para quem apura no Lucro Real. No Lucro Presumido e no Simples Nacional, o lucro tributável não parte das despesas efetivas, então esse abatimento direto no IRPJ não existe da mesma forma — mas a não incidência de INSS (as 3 condições acima) pode continuar valendo, e o seguro segue sendo custo operacional legítimo. Como funciona no seu regime, quem define é o contador.

⚠️ Cuidado com o sócio. Prêmio pago ao sócio na condição de sócio (com a PJ como beneficiária, para proteger patrimônio) não é dedutível (Parecer Normativo CST 239/1970). Já o dirigente/administrador dentro do plano coletivo geral segue o art. 372. Esse é o ponto de maior risco: confirme o enquadramento com o seu contador.


🚨 Quanto custa NÃO ter o seguro (indenização substitutiva)

Se a CCT da categoria obriga o seguro e a empresa não contrata, ela pode ter que pagar do próprio bolso a indenização que o seguro pagaria — a chamada indenização substitutiva. O risco decorre da própria não-contratação e independe de a empresa ter “errado”: a CCT tem força de lei (CF, art. 7º, XXVI; CLT, art. 611), e há precedente reconhecendo a responsabilidade (TRT-3, proc. 00694-2013-143-03-00-8, julgado em 27/11/2014).

💡 A conta que ninguém mostra:

CCTs de categorias de risco costumam exigir capital alto por vida. Suponha um capital de R$ 50 mil por vida exigido pela convenção. O prêmio para segurar essa vida fica na casa de R$ 8 a R$ 80 por mês (referência de mercado, Vita Real, jul/2026). Não contratar não apaga a obrigação: se o funcionário falece e o seguro devido não existia, a empresa pode ser condenada a pagar os R$ 50 mil integralmente. O prêmio evitado é uma fração; o passivo, o capital cheio.

Por isso o custo do seguro de vida em grupo se lê melhor como transferência de um risco caro por um valor pequeno e previsível, não como despesa a cortar.

Para entender em detalhe quando a empresa vira “a seguradora dos próprios funcionários” e como comprovar a cobertura em contratos e editais, veja o guia dedicado sobre indenização substitutiva do seguro de vida na empresa.


✂️ Como reduzir o custo por vida (sem tirar proteção)

Dá pra baixar o prêmio por funcionário sem deixar a equipe desprotegida ajustando o desenho do plano e comparando seguradoras. As alavancas mais diretas: dimensionar o capital ao que a CCT/necessidade pede, revisar quais coberturas realmente fazem sentido, ampliar o número de vidas elegíveis para diluir o risco e cotar em mais de uma seguradora antes de fechar.

🎯 Ajustar o capital ao necessário

Capital muito acima do que a CCT exige (ou do que a família precisa) infla o prêmio. Dimensionar certo é a economia mais óbvia.

🧩 Revisar as coberturas

Morte é a base. Doenças graves, IPA, DIT e funeral são úteis, mas cada camada custa. Escolha o que o seu grupo de fato usa.

👥 Ampliar as vidas elegíveis

Quanto mais funcionários no plano, mais o risco se dilui. Grupos maiores tendem a ter custo médio por vida menor.

⚖️ Comparar seguradoras

Como não há tabela única, propostas variam bastante entre seguradoras. Cotar em mais de uma é a forma mais rápida de achar o melhor preço para o seu perfil.

Vale também olhar o benefício de forma integrada: muitas empresas combinam o vida em grupo com previdência privada como pacote de benefícios ao funcionário — o que muda a lógica de dedução (art. 373, com teto de 20% da folha) e merece conversa com o contador.


🏢 Não vendemos só Porto — comparamos várias seguradoras

A Rio Rubio é corretora autorizada (SUSEP 202057095) com várias seguradoras parceiras de vida em grupo. Como o preço por vida é sempre calculado caso a caso, comparar propostas é parte do trabalho — recomendamos a que faz mais sentido para o perfil e o orçamento da sua empresa, sem pressão de marca.

Quando comparar mais de uma seguradora rende mais: grupo com idade média alta (a diferença de tarifa pesa muito); atividade de risco com exigências de CCT que nem toda companhia aceita bem; ou necessidade de coberturas específicas (doenças graves, DIT) com condições melhores em outra.


🔗 Veja também — seguro de vida empresarial

🏢 Seguro de vida empresarial: o guia completo

O pilar do tema: o que é, quando a CCT do seu setor obriga, coberturas e como contratar para a sua empresa.

🚨 Indenização substitutiva: o custo de não ter

Quando a empresa vira “a seguradora dos próprios funcionários” e paga a indenização do bolso.

🛡️ Seguro de vida individual: quando vale mais que o grupo

Tem poucas vidas, é MEI ou sócio único? O individual costuma custar mais por vida que o grupo — entenda coberturas, carências e quando vale cada um.


❓ Perguntas frequentes

Quanto custa, em média, o seguro de vida por funcionário?

Não há um valor único: o prêmio por vida depende da idade média do grupo, do capital segurado, da atividade (CNAE), do número de vidas e das coberturas. Como referência de mercado (terceiros, jul/2026), corretoras como a Vita Real registram faixa de R$ 8 a R$ 80 por vida/mês — R$ 8 a 15 na cobertura básica de morte e R$ 20 a 40 na completa. Não é nossa tabela; o valor exato sai só na cotação.

Existe uma tabela oficial de preço por vida?

Não. Nem a SUSEP nem a CNseg publicam preço por vida — apenas dados agregados do mercado. O prêmio é calculado atuarialmente caso a caso, então qualquer “tabela oficial de R$ X por funcionário” na internet é, na melhor das hipóteses, um caso específico apresentado como regra.

Qual o número mínimo de funcionários para contratar em grupo?

Geralmente de 3 a 5 vidas, dependendo da seguradora — como referência pública de mercado (jul/2026), Mutuus e Mescla Seguros aceitam a partir de 3, enquanto BB Seguros e Sicredi pedem no mínimo 5. Empresas abaixo desse limite costumam usar o seguro de vida individual. Confirme o mínimo da apólice recomendada para o seu caso na cotação.

Sou MEI ou sócio único: vale fazer vida em grupo?

Normalmente não: como o grupo pede no mínimo 3 a 5 vidas, um MEI ou sócio único sozinho não atinge o piso e o caminho é o seguro de vida individual. Se você tem funcionários registrados (ou sócios/estagiários que entrem na contagem), aí sim o grupo pode fazer sentido. Na dúvida, a gente compara os dois para o seu caso.

O que mais influencia o preço por funcionário?

A idade média do grupo é o maior fator, seguida pelo capital segurado por vida, pela atividade/risco da empresa (CNAE), pelo número de vidas (que dilui o custo) e pelas coberturas contratadas além da morte básica.

Quanto mais funcionários, mais barato fica por vida?

Como regra geral, sim: um grupo maior dilui o risco (mutualismo), e o custo médio por vida tende a cair. Mas o perfil pesa — um grupo grande e mais velho pode custar mais por vida que um grupo pequeno e jovem.

O seguro de vida em grupo é dedutível no imposto?

Para empresas no Lucro Real, o prêmio de seguro de vida de risco é despesa operacional dedutível, sem teto, quando ofertado indistintamente a todos os empregados e dirigentes (RIR/2018, art. 372; SC COSIT 168/2021) — a 34% de IRPJ+CSLL, cada R$ 100 de prêmio custa cerca de R$ 66 no caixa. Se o plano tiver cláusula de sobrevivência, a dedução tem teto de 20% da folha (art. 373). Confirme o enquadramento com o seu contador.

Minha empresa é Simples Nacional ou Lucro Presumido — a dedução vale?

A dedução do art. 372 é própria do Lucro Real. No Simples Nacional e no Lucro Presumido o IRPJ não parte das despesas efetivas, então esse abatimento direto não existe da mesma forma; mas a não incidência de INSS (as 3 condições) pode continuar valendo e o seguro segue como custo operacional legítimo. Como isso incide no seu regime, quem define é o contador.

O prêmio entra na base do INSS?

Não integra a base de contribuição previdenciária quando o plano cumpre três condições cumulativas: ser vida em grupo, estar previsto em CCT/ACT e estar disponível à totalidade dos empregados (Dec. 3.048/1999, art. 201, §9º, XXV). Faltando qualquer uma delas, a análise muda — verifique com o contador.

O capital pode ser diferente para cada faixa salarial?

Sim. O acesso ao benefício precisa ser de todos, mas o valor do capital pode variar por faixa salarial — a distinção coibida não é o valor do capital, e sim excluir grupos de empregados (SC COSIT 105/2025).

O seguro pago ao sócio é dedutível?

Depende. Prêmio pago ao sócio na condição de sócio, com a empresa como beneficiária para proteger patrimônio, não é dedutível (Parecer Normativo CST 239/1970). Já o dirigente/administrador dentro do plano coletivo geral segue a regra do art. 372. É o ponto de maior risco fiscal — confirme com o contador antes de contratar.

Contrato terceiros (vigilância, limpeza, obra) — também tenho risco?

Pode ter. Quando a empresa tomadora exige o seguro em contrato ou edital e o prestador não comprova a cobertura, a responsabilidade por verbas trabalhistas pode alcançar a tomadora. Por isso vale pedir a apólice vigente do prestador como condição contratual. O detalhe de como se protege está no guia de indenização substitutiva.

Quanto custa NÃO contratar o seguro que a CCT exige?

Pode custar o capital inteiro. Se a CCT obriga e a empresa não contrata, ela pode ter que pagar do próprio bolso a indenização que o seguro pagaria (indenização substitutiva) — a CCT tem força de lei (CF, art. 7º, XXVI; CLT, art. 611) e há precedente nesse sentido (TRT-3, proc. 00694-2013-143-03-00-8). O prêmio evitado é uma fração do passivo.

Como reduzir o custo por vida sem perder proteção?

Dimensione o capital ao que a CCT/necessidade pede, revise quais coberturas fazem sentido para o seu grupo, amplie o número de vidas elegíveis para diluir o risco e compare propostas de mais de uma seguradora antes de fechar.

Meu setor obriga seguro de vida por CCT?

Depende da convenção coletiva da sua categoria. Setores como construção civil e vigilância costumam exigir seguro de vida em grupo (no caso do vigilante, há inclusive previsão em lei — Lei 14.967/2024, art. 29, V, com as coberturas e valores vindo da CCT). Confira a CCT vigente da sua categoria ou fale com a nossa equipe.


Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação contábil, tributária ou jurídica. O enquadramento fiscal (dedução, INSS, regime de tributação) e a obrigatoriedade por CCT dependem do caso concreto — especialmente o ponto do sócio e do regime (Simples/Presumido/Real). As faixas citadas são referências públicas de terceiros, datadas, e não constituem cotação. Confirme com o seu contador e verifique a convenção coletiva vigente da sua categoria antes de decidir.


Pronto para saber quanto custa na sua empresa?

Diga o número de vidas, a idade média e a atividade — a gente traz a faixa e a cotação exata.


Rio Rubio Consultoria e Corretora de Seguros LTDA

CNPJ 27.859.962/0001-57 · SUSEP 202057095

Av. Nova Cantareira, 764 — 1º Andar — Sala 112-B · CEP 02331-001 · São Paulo/SP

Tel: (11) 98391-7200 · [email protected] · no mercado desde 2017


Jorge Neto, fundador da Rio Rubio Corretora
Escrito e revisado por

Jorge Neto

Fundador da Rio Rubio Corretora. 28 anos no mercado de risco financeiro — atuou 20 anos em auditoria financeira e gestão de riscos em grandes bancos e seguradoras antes de fundar a Rio Rubio em 2017. Conhece a estrutura técnica e regulatória do seguro por dentro.

🛡️ Corretora habilitada SUSEP 202057095 💎 Parceiro Diamante Porto Seguro 📍 Tucuruvi · São Paulo/SP

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