Seguro de carro elétrico: quanto custa, o que cobre na bateria e quem aceita em 2026
Rio Rubio Corretora — SUSEP 202057095 · no mercado em São Paulo desde 2017. Corretora independente: cotamos o seu elétrico ou híbrido em várias seguradoras de uma vez — porque a bateria muda toda a conta da indenização e nem toda seguradora tem rede de oficina pra carro elétrico.
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Elétrico tem pegadinha: a bateria pode valer metade do carro, o reboque é de plataforma e o carregador de casa nem sempre entra. A gente confere quem tem rede pra elétrico e monta a cobertura certa.
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Quer uma referência na hora? Cote na Porto em 2 minutos — vale pra elétrico também. Pra refinar a cobertura da bateria e comparar quem tem rede, a gente faz junto.
📋 Em resumo — pra quem tem pressa
| Quanto custa | Mais alto que um popular: a média de mercado de um elétrico fica em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000 por ano — mas varia muito por modelo, cidade e perfil (um Dolphin Mini pode passar de R$ 5.000). |
| É mais caro? | Hoje costuma ser igual ou um pouco mais caro que um combustão de mesmo valor — não pelo “elétrico”, e sim pela bateria e pela peça importada. E a diferença vem caindo. |
| O cuidado | A bateria pode valer perto da metade do carro e a FIPE não a enxerga isolada. Confirme cobertura de bateria, cabo de recarga, carregador e reboque de plataforma. |
| Como contratar | Manda modelo, ano e cidade no WhatsApp que comparamos quem tem rede pra elétrico e fechamos a proteção certa. |
⚠️ A pergunta certa não é “seguro de elétrico é caro?” — é “no dia do sinistro, a bateria de R$ 70 mil vai estar coberta e bem indenizada?”. É aí que muita apólice barata deixa o dono na mão. Veja abaixo o que conferir antes de fechar.
📌 A bateria de alta tensão pode valer perto da metade do carro — e a tabela FIPE não a precifica isolada. Em importado e em modelo sem linha fiel na tabela, contratar por Valor Determinado (quando a seguradora oferece) costuma proteger melhor. Explicamos abaixo.
⚡ Seguro de carro elétrico é mais caro? O mito desmontado
A resposta honesta é “meio-verdade”. Hoje, o seguro de um elétrico tende a ficar igual ou um pouco mais caro que o de um carro a combustão de mesmo valor — mas a diferença é menor do que a manchete sugere, e a direção está mudando. O ponto é entender o que puxa o preço pra cada lado:
| O que ENCARECE | O que BARATEIA |
|---|---|
| Bateria cara e importada (reposição de R$ 70 mil a R$ 80 mil) | Perfil do dono costuma ser mais prudente e a sinistralidade é baixa |
| Peças e eletrônica de potência importadas, sensíveis ao câmbio | Sistemas de assistência ao motorista (ADAS) reduzem a chance de colisão |
| Rede de oficina especializada ainda enxuta, mão de obra treinada | Alguns modelos têm índice de roubo menor (peça sem mercado paralelo) |
Um par direto ajuda a enxergar: levantamentos de mercado mostram o seguro de um BYD Dolphin Mini passando de R$ 5.000/ano, enquanto um Chevrolet Tracker a combustão fica em torno de R$ 4.000 — ou seja, o que se economiza no IPVA muitas vezes volta na apólice. Não é uma diferença absurda, e a média geral de um elétrico citada pelo mercado gira em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano (puxada justamente por reparo e peça).
A conclusão sem exagero: não é que “elétrico é caro por ser elétrico”. É a bateria + peça importada que pesam, parcialmente compensadas por dono prudente e menos sinistro. Conforme cresce a rede de reparo e o volume de carros (foram mais de 220 mil eletrificados emplacados no Brasil em 2025), a tendência é a conta convergir. Quem promete “seguro de elétrico muito mais barato” está vendendo ilusão; quem diz “é uma fortuna” está exagerando.
🔋 A bateria muda a conta: FIPE x Valor Determinado
O coração do seguro de um elétrico é a bateria de alta tensão — o componente mais caro do carro, que pode chegar a quase metade do valor do veículo. Aí mora a decisão mais importante: como o seu carro vai ser indenizado numa perda total ou roubo. São dois regimes, e a diferença vem da própria SUSEP:
| VMR (Valor de Mercado Referenciado) | Valor Determinado | |
|---|---|---|
| Como paga | Quantia variável: tabela (FIPE) × fator de ajuste, na data do sinistro | Quantia fixa, combinada e impressa na apólice |
| Norma SUSEP | Circular SUSEP 639/2021 | Circular SUSEP 639/2021 |
| Preço | Mais barato (padrão do mercado) | Em geral um pouco mais caro |
| Melhor para | Elétrico nacional com FIPE atualizada e estável | Importado (ex.: Tesla), modelo de baixo volume ou sem linha fiel na tabela |
Por que isso importa tanto no elétrico:
- A FIPE precifica o carro, não a bateria isolada. Quando a tabela está defasada ou o modelo é importado sem código fiel, o VMR pode te devolver menos do que o carro realmente vale — e a bateria é o que mais pesa nessa diferença.
- Mercado jovem e volátil: BYD, GWM e Tesla mudam preço de tabela com frequência; um importado nem sempre tem linha limpa na FIPE. O Valor Determinado trava um número combinado na apólice.
- A ressalva honesta: nem toda seguradora oferece Valor Determinado pra elétrico, e na renovação esse valor é reacordado pra refletir a depreciação. Não é uma garantia universal — é uma opção a checar caso a caso, e é exatamente o tipo de ajuste que fazemos com você antes de fechar.
🛠️ As coberturas que ninguém te conta no elétrico
Um seguro de elétrico bom não é só “casco + roubo”. Há itens específicos que, se você não pedir, podem simplesmente não estar na apólice. O que conferir, ponto a ponto:
- Bateria e sistema elétrico: na cobertura compreensiva, o dano à bateria por colisão, incêndio ou evento da natureza costuma entrar como parte do casco. O que não entra é o desgaste natural (perda de capacidade pelo uso). Pergunte se há cobertura adicional específica pra bateria — varia entre seguradoras.
- Reboque de plataforma (obrigatório): o carro elétrico, em geral, não pode ser rebocado com as rodas no chão — isso pode danificar o sistema de tração. A assistência 24h precisa usar plataforma. Confirme isso por escrito, é um dos erros mais comuns.
- Cabo de recarga e carregador (wallbox): o cabo e o carregador de parede nem sempre estão na cobertura padrão. Dá pra incluir roubo, incêndio e dano elétrico do equipamento — mas tem que ser pedido (mais detalhes na próxima seção).
- Danos elétricos por recarga ou curto: oscilação de energia, curto-circuito e falha durante a recarga. Algumas seguradoras (a Suhai, por exemplo) destacam isso explicitamente; em outras, é preciso checar se está incluído.
- Oficina credenciada para elétrico: diagnóstico de EV pede técnico habilitado e equipamento próprio. Confirme que a rede da seguradora atende o seu modelo na sua região.
- Carro reserva e assistência adequados: reserva da mesma categoria e assistência que entenda de recarga fazem diferença num carro que roda diferente.
Nenhum desses itens é “luxo” — é o básico pra um elétrico não virar uma dor de cabeça cara na hora do sinistro. Quando a gente cota, confere esses pontos um a um.
🔌 O carregador de casa (wallbox) está coberto?
Essa é uma das maiores fontes de confusão — e a resposta honesta é: depende, e pode ser por dois caminhos diferentes.
- Pelo seguro auto: algumas apólices incluem o equipamento de recarga (cabo + carregador) como acessório, cobrindo roubo, incêndio e dano elétrico. Não é regra — é uma cobertura que precisa estar prevista no produto.
- Pelo seguro residencial: o wallbox fixo instalado na parede de casa pode ser protegido pelo seguro da residência, contra surto de tensão, incêndio e danos elétricos. Em muitos casos, é o caminho mais natural pra um carregador permanente.
O que não dá é assumir que “o seguro do carro cobre o carregador de casa” automaticamente. Antes de instalar um wallbox (que não é barato), vale alinhar com o corretor qual apólice protege o quê — pra não descobrir o buraco só depois de um raio ou de um furto. É um ponto que a gente já levanta na cotação do seu elétrico.
💰 Quanto custa o seguro de um carro elétrico
Não existe número único — o prêmio muda com modelo, cidade, idade, perfil e cobertura. Mas dá pra trabalhar com ordem de grandeza. As faixas abaixo são estimativas de mercado (não tarifa oficial de seguradora) e servem só pra você se situar; a cotação real sai na simulação:
| Modelo (faixa de valor) | Seguro/ano — referência de mercado |
|---|---|
| BYD Dolphin Mini (~R$ 115 mil) | Pode passar de R$ 5.000 em perfil pior; médias por perfil na casa de R$ 4.000 a R$ 5.800 |
| BYD Dolphin / Dolphin Plus (~R$ 115–150 mil) | Faixa observada de R$ 3.500 a R$ 7.500 |
| BYD Seal (~R$ 224 mil) | A partir de cerca de R$ 6.900; em perfil de baixo risco, há referência de Porto a partir de ~R$ 3.800 |
| SUV híbrido (ex.: GWM Haval H6, ~R$ 200 mil) | Faixa de SUV médio premium, puxada pelo valor segurado |
| Média geral de elétrico no mercado | Em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano |
Repare numa coisa importante: o preço varia muito por cidade. O seguro do mesmo Dolphin pode custar cerca de 25% a mais em São Paulo do que em uma capital do Sul. Por isso a melhor “tabela de preço” é a sua cotação real — com o seu CEP, o seu perfil e a sua garagem.
🏢 Quais seguradoras cobrem elétrico no Brasil
Boa notícia: ao contrário do que aconteceu na Europa (onde algumas seguradoras chegaram a recusar elétricos chineses por falta de peça), no Brasil não há recusa sistemática de carro elétrico. A maioria das grandes já trabalha com EV — o que varia é preço, rede de oficina e cobertura específica de bateria. Um panorama de 2026:
| Seguradora | Posição no elétrico |
|---|---|
| Porto Seguro | Tem parceria com a BYD desde 2023, com condições próprias pra linha Dolphin. Referência em rede e cobertura. |
| Tokio Marine | Trabalha o segmento elétrico, com coberturas próprias. |
| Allianz | Tem produto pra elétrico e rede de oficinas premium. |
| HDI | Opera bem com elétricos e importados. |
| Bradesco | Cobertura compreensiva, com opções voltadas a bateria e acessórios do elétrico. |
| Azul, Mapfre, SulAmérica, Yelum (ex-Liberty) | Também atendem elétrico, conforme modelo, perfil e região. |
| Suhai | Aceita perfis que outras restringem (inclusive importado e usados), com foco em roubo/furto e destaque pra danos elétricos (curto, oscilação, falha de sistema). |
A restrição real, hoje, é de preço e perfil, não de aceitação. Por isso comparar faz diferença grande no elétrico: a seguradora que tem a melhor rede pro seu modelo na sua cidade nem sempre é a mais barata, e vice-versa. É o trabalho de uma corretora independente cruzar isso.
🔥 Carro elétrico pega mais fogo? Mito x dados
Os vídeos viralizam, mas os números contam outra história: o carro elétrico pega bem menos fogo que o a combustão. Alguns dados que ajudam a colocar o medo no lugar certo:
- Estudo da EV FireSafe (Austrália) aponta chance de incêndio em bateria de EV na casa de 0,0012%, contra cerca de 0,1% em carros a combustão — uma diferença de dezenas de vezes.
- Nos EUA, a estimativa é de cerca de 25 incêndios por 100 mil elétricos, contra ~1.500 por 100 mil a gasolina.
- Na Polônia, de mais de 51 mil incêndios veiculares entre 2020 e 2025, 50.833 foram em carros a combustão e apenas 87 em 100% elétricos.
A nuance honesta: quando a bateria de lítio entra em pane térmica, o incêndio é mais difícil de apagar (precisa de muita água e pode reacender) — por isso vira notícia. Frequência menor, combate mais complexo. Para o seguro, o que importa é que o incêndio está coberto na apólice compreensiva.
E os recalls de bateria da BYD que saíram no noticiário em 2025? Eles ocorreram na China, em modelos majoritariamente não vendidos no Brasil (como Tang, Yuan Pro e Qin PLUS na versão chinesa); a BYD Brasil afirmou que não afetam os carros em circulação por aqui. Vale sempre conferir o portal de recall do governo pelo seu chassi, mas não há motivo pra pânico com base no que aconteceu fora.
🧾 IPVA e isenção do elétrico por estado (2026)
Muita gente compra elétrico achando que “não paga IPVA em lugar nenhum” — e leva um susto. A regra muda de estado pra estado e até troca de ano pra ano. O quadro de 2026, em linhas gerais (sempre confirme na Sefaz do seu estado antes de contar com o benefício):
| Situação | Estados (exemplos) |
|---|---|
| Isenção total (elétrico e híbrido) | Distrito Federal, Acre, Amapá, Tocantins (alguns com condições) |
| Isenção só pra 100% elétrico (híbrido paga) | Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pará (até R$ 150 mil) |
| Alíquota reduzida (não é isenção) | Rio de Janeiro (0,5% elétrico / 1,5% híbrido); Bahia isenta elétrico até R$ 300 mil |
| Sem isenção pra 100% elétrico | São Paulo (elétrico paga ~4%; só híbrido flex específico tem benefício), Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo, Ceará |
O ponto mais contraintuitivo: em São Paulo, o carro 100% elétrico não tem isenção de IPVA — paga a alíquota cheia. O benefício paulista é só pra alguns híbridos flex (caso de Corolla e Corolla Cross). Ou seja, em SP o elétrico ainda compensa pela economia de combustível, mas não pelo IPVA. Por isso aquele cálculo de “economia total” precisa entrar com a apólice e o IPVA reais do seu estado — e é uma conta que a gente ajuda a fechar.
⚖️ Como funciona a indenização de um elétrico
Na prática, a indenização de um carro elétrico segue a mesma lógica de um carro comum — com a bateria como protagonista. Os pontos que você precisa saber:
- Perda total: é caracterizada quando o reparo passa de cerca de 75% do valor do carro. Num elétrico, um dano sério na bateria empurra a conta pra cima rápido, justamente por ela ser tão cara.
- Quanto você recebe: no regime referenciado (VMR), a indenização integral usa a tabela FIPE do mês do sinistro (Circular SUSEP 639/2021). No Valor Determinado, é o valor fixado na apólice.
- Prazo de pagamento: em regra, até 30 dias corridos após a entrega de toda a documentação.
- Por que isso reforça o Valor Determinado em importado: num Tesla ou modelo de baixo volume, a FIPE pode estar defasada ou nem ter linha fiel — e o Valor Determinado evita que você receba menos do que o carro vale.
Existe ainda uma discussão jurídica sobre qual data usar pra calcular o valor (do sinistro ou do pagamento), e os tribunais tendem a fixar a data do sinistro — o que costuma ser melhor pro segurado. Na dúvida, o corretor é quem orienta e acompanha.
🔄 O que o seguro NÃO cobre: a degradação da bateria
Esse é o mal-entendido mais comum do elétrico. O seguro não cobre a perda natural de capacidade da bateria — aquela queda de autonomia que vem com os anos e os ciclos de recarga. Isso é considerado desgaste, não sinistro, e fica de fora de qualquer apólice.
Quem cuida disso é a garantia de fábrica: as montadoras costumam garantir a bateria por um prazo longo (em geral em torno de 8 anos), com um piso de capacidade. O seguro entra quando há um evento — colisão, incêndio, roubo, alagamento. A degradação do tempo é com a garantia do fabricante. Confundir os dois leva a frustração na hora errada; por isso vale ter os dois mapeados desde a compra.
⚡ Híbrido x 100% elétrico: muda no seguro?
No seguro, a lógica é parecida: os dois têm bateria e eletrônica que pesam na conta, e valem os mesmos cuidados (cobertura de bateria, reboque de plataforma, rede de oficina). O híbrido plug-in tende a ter bateria menor que um 100% elétrico de mesmo porte, mas a diferença na apólice costuma ser pequena perto do que muda com modelo, cidade e perfil.
Onde muda de verdade é no IPVA: vários estados isentam só o 100% elétrico e cobram normalmente do híbrido (caso de Pernambuco e Rio Grande do Sul, por exemplo). Então, na hora de comparar o custo total entre um híbrido e um elétrico, é o imposto — não o seguro — que costuma fazer a maior diferença. A gente ajuda a comparar os dois lado a lado pro seu caso.
💡 Como economizar no seguro do seu elétrico
Mesmo com o seguro mais caro que o de um popular, dá pra puxar o preço pra baixo sem abrir mão da proteção da bateria:
| Tática | Efeito |
|---|---|
| Rastreador + garagem fechada | Combinação que mais derruba o prêmio num carro de indenização alta |
| Perfil de baixa quilometragem | Elétrico urbano roda pouco; seguro por km pode sair mais barato |
| Franquia ajustada ao seu bolso | Franquia um pouco maior reduz o prêmio pra quem bate pouco |
| Bônus por histórico limpo | Anos sem sinistro acumulam desconto relevante |
| Comparar quem tem rede pra elétrico | O que mais economiza: o preço do mesmo carro varia muito entre seguradoras e cidades |
O cuidado é não economizar no lugar errado: cortar a cobertura da bateria ou aceitar reboque comum pra pagar menos sai caro no primeiro problema. Economia boa é comparar e ajustar — não é tirar o que protege o componente mais caro do carro.
🚗 Modelos elétricos e híbridos que cotamos
Cada modelo tem sua particularidade de bateria, rede e preço. Cotamos os mais buscados do mercado — e qualquer outro elétrico ou híbrido que você tiver:
⚡ Seguro BYD (toda a linha)
A marca nº1 de elétrico do Brasil: a linha inteira e o seguro de cada modelo, do Dolphin Mini ao Han.
🐬 Seguro BYD Dolphin Mini
O elétrico nº1 do Brasil. Preço do seguro, depreciação baixa e por que a bateria pesa.
🐬 Seguro BYD Dolphin
O irmão maior (GS e Plus): mais bateria, mais valor — e o que muda no seguro.
🚙 Seguro BYD Song (Pro e Plus)
O SUV híbrido plug-in nº1 do varejo. Preço do seguro, o que muda no PHEV e a pegadinha do IPVA.
🏎️ Seguro BYD Seal
Sedã elétrico premium de 530 cv: Valor Determinado, comparação com o Tesla Model 3 e bateria CTB.
🦈 Seguro BYD Sealion 7
O SUV-cupê elétrico de 531 cv (rival do Model Y): estimativa por cidade, Valor Determinado e o IPVA premium.
⛰️ Seguro GWM Haval H6
O híbrido nº1 do Brasil. HEV x PHEV, ADAS caro de reparar e a pegadinha do IPVA.
⚡ Seguro Geely EX2
O elétrico de entrada que disparou. Preço por cidade, a parceria Renault e peça importada.
🛡️ Volvo EX30 e Recharge
Elétrico premium escandinavo. Veja o guia de seguro Volvo, com bateria e o paradoxo do ADAS.
⚡ Tesla e elétricos premium
Tesla, BYD topo e elétricos importados de alto valor: veja o guia de carro de luxo e importado.
Não achou o seu modelo? Manda o carro, o ano e a cidade no WhatsApp que cotamos o seu — seja um Dolphin Mini ou um importado de alto valor.
🏢 Por que cotar elétrico com corretora independente
A Rio Rubio é corretora independente (SUSEP 202057095). No elétrico, a seguradora com a melhor rede de oficina pro seu modelo nem sempre é a mais barata — e a cobertura de bateria varia de uma pra outra. Quem compara é quem fecha a melhor combinação de preço, rede e proteção da bateria. Cotamos as principais seguradoras de uma vez, conferimos cobertura de bateria, cabo, reboque de plataforma e Valor Determinado, e recomendamos a melhor opção pro seu carro, ano e CEP — sem viés de uma seguradora só.
A cotação online da Porto serve de base; o fechamento de um elétrico, com a bateria bem coberta, é com especialista.
🏢 Por que cotar com a Rio Rubio Corretora?
📜 Corretora SUSEP autorizada
SUSEP 202057095 — registro verificável em susep.gov.br. Cuidamos da sua apólice do início ao sinistro.
⚡ Entendemos de elétrico
Bateria, reboque de plataforma, wallbox e rede de oficina EV — conferimos o que a maioria esquece.
🤝 Atendimento humano
Nada de formulário robô num carro de bateria cara. Você fala com corretor de verdade.
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A base do seguro auto e a parceria da Porto com a BYD.
❓ Perguntas frequentes
Seguro de carro elétrico é mais caro?
Costuma ser igual ou um pouco mais caro que um carro a combustão de mesmo valor — o que pesa é a bateria e a peça importada, parcialmente compensadas pela baixa sinistralidade. A média de mercado de um elétrico gira em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano, e a diferença pra um combustão equivalente vem caindo.
A bateria do carro elétrico está coberta pelo seguro?
Sim, na cobertura compreensiva, quando o dano vem de colisão, incêndio, roubo ou evento da natureza — a bateria é parte do veículo. O que não entra é o desgaste natural (perda de capacidade pelo uso), que é tema da garantia de fábrica. Vale confirmar se há cobertura adicional específica pra bateria.
O seguro cobre o carregador de casa (wallbox)?
Depende. Alguns seguros auto incluem o cabo e o carregador como equipamento de recarga (roubo, incêndio, dano elétrico); em outros casos, o wallbox fixo é protegido pelo seguro residencial. Não é automático — precisa ser pedido. Vale alinhar com o corretor antes de instalar.
E se a bateria do carro elétrico pegar fogo?
O incêndio está coberto na apólice compreensiva. E vale a tranquilidade dos dados: o carro elétrico pega bem menos fogo que o a combustão (estudos apontam de dezenas a uma centena de vezes menos), embora o incêndio de bateria de lítio seja mais difícil de apagar.
Posso fazer seguro de um Tesla importado no Brasil?
Sim, mas via corretora que trabalhe importados. Tende a ser caro e o regime de Valor Determinado costuma fazer mais sentido, porque a FIPE de importado é instável. O ideal é contratar desde o desembarque. Veja o guia de seguro de carro de luxo e importado.
O carro elétrico pode ser rebocado normalmente?
Não. Em geral o elétrico precisa de reboque de plataforma — rebocar com as rodas no chão pode danificar o sistema de tração. Confirme que a assistência 24h da sua apólice usa plataforma; é um detalhe que muita gente só descobre na hora errada.
Vale a pena fazer seguro do BYD Dolphin Mini?
Vale. É um carro de mais de R$ 100 mil com bateria cara; só o seguro de terceiros deixa você exposto a um prejuízo grande em caso de perda total. A favor, o Dolphin Mini tem baixa sinistralidade. Cotar a cobertura cheia e comparar seguradoras é o caminho.
A degradação natural da bateria é coberta pelo seguro?
Não. A perda de capacidade pelo uso e pelo tempo é desgaste, não sinistro, e fica fora do seguro. Isso é tema da garantia da montadora, que costuma cobrir a bateria por um prazo longo (em geral em torno de 8 anos). O seguro entra quando há um evento, como colisão, incêndio ou roubo.
Carro elétrico paga IPVA? Tem isenção?
Depende do estado. Alguns isentam totalmente (como o Distrito Federal), outros só o 100% elétrico (como Pernambuco e Rio Grande do Sul), e há os que reduzem a alíquota (Rio de Janeiro). Em São Paulo, o 100% elétrico não tem isenção — paga a alíquota cheia. Confirme sempre na Sefaz do seu estado, porque muda todo ano.
Devo escolher FIPE ou Valor Determinado no meu elétrico?
No regime FIPE (VMR), a indenização integral usa a tabela do mês do sinistro — é o padrão e mais barato, bom pra elétrico nacional com FIPE estável. O Valor Determinado fixa um valor na apólice e protege melhor em importado ou modelo sem linha fiel na tabela. Nem toda seguradora oferece pra elétrico; vale conferir caso a caso.
Híbrido tem as mesmas regras de elétrico no seguro?
No seguro, a lógica é parecida: os dois têm bateria e eletrônica que pesam e pedem os mesmos cuidados. A maior diferença está no IPVA — vários estados isentam só o 100% elétrico e cobram do híbrido. Vale comparar o custo total dos dois pro seu caso.
Quais seguradoras fazem seguro de carro elétrico no Brasil?
A maioria das grandes já trabalha com elétrico: Porto (com parceria BYD desde 2023), Tokio Marine, Allianz, HDI, Bradesco, Azul, Mapfre, SulAmérica, Yelum (ex-Liberty) e a Suhai, que aceita perfis que outras restringem. No Brasil não há recusa sistemática de elétrico; o que varia é preço, rede e cobertura de bateria.
Por que o seguro do meu elétrico mudou tanto de uma cotação pra outra?
Porque cada seguradora tem uma rede de oficina e um apetite diferentes pra elétrico, e o preço do mesmo carro varia bastante entre elas e entre cidades. Por isso comparar é o que mais economiza — e é o trabalho de uma corretora independente como a Rio Rubio.
Como faço o seguro do meu carro elétrico pela Rio Rubio?
Manda o modelo, o ano e a cidade pelo WhatsApp. Comparamos as seguradoras que têm rede pra elétrico, conferimos cobertura de bateria, cabo, reboque de plataforma e Valor Determinado, e recomendamos a melhor opção pro seu carro. A cotação online da Porto serve de base.
Pronto para cotar o seguro do seu elétrico?
Manda modelo, ano e cidade que a gente compara quem tem rede pra elétrico e monta a proteção certa pra bateria.
Rio Rubio Consultoria e Corretora de Seguros LTDA
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