Seguro de Carro Elétrico

Seguro de carro elétrico: quanto custa, o que cobre na bateria e quem aceita em 2026

Rio Rubio Corretora — SUSEP 202057095 · no mercado em São Paulo desde 2017. Corretora independente: cotamos o seu elétrico ou híbrido em várias seguradoras de uma vez — porque a bateria muda toda a conta da indenização e nem toda seguradora tem rede de oficina pra carro elétrico.

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Elétrico tem pegadinha: a bateria pode valer metade do carro, o reboque é de plataforma e o carregador de casa nem sempre entra. A gente confere quem tem rede pra elétrico e monta a cobertura certa.

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📋 Em resumo — pra quem tem pressa

Quanto custa Mais alto que um popular: a média de mercado de um elétrico fica em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000 por ano — mas varia muito por modelo, cidade e perfil (um Dolphin Mini pode passar de R$ 5.000).
É mais caro? Hoje costuma ser igual ou um pouco mais caro que um combustão de mesmo valor — não pelo “elétrico”, e sim pela bateria e pela peça importada. E a diferença vem caindo.
O cuidado A bateria pode valer perto da metade do carro e a FIPE não a enxerga isolada. Confirme cobertura de bateria, cabo de recarga, carregador e reboque de plataforma.
Como contratar Manda modelo, ano e cidade no WhatsApp que comparamos quem tem rede pra elétrico e fechamos a proteção certa.

⚠️ A pergunta certa não é “seguro de elétrico é caro?” — é “no dia do sinistro, a bateria de R$ 70 mil vai estar coberta e bem indenizada?”. É aí que muita apólice barata deixa o dono na mão. Veja abaixo o que conferir antes de fechar.

📌 A bateria de alta tensão pode valer perto da metade do carro — e a tabela FIPE não a precifica isolada. Em importado e em modelo sem linha fiel na tabela, contratar por Valor Determinado (quando a seguradora oferece) costuma proteger melhor. Explicamos abaixo.


⚡ Seguro de carro elétrico é mais caro? O mito desmontado

A resposta honesta é “meio-verdade”. Hoje, o seguro de um elétrico tende a ficar igual ou um pouco mais caro que o de um carro a combustão de mesmo valor — mas a diferença é menor do que a manchete sugere, e a direção está mudando. O ponto é entender o que puxa o preço pra cada lado:

O que ENCARECE O que BARATEIA
Bateria cara e importada (reposição de R$ 70 mil a R$ 80 mil) Perfil do dono costuma ser mais prudente e a sinistralidade é baixa
Peças e eletrônica de potência importadas, sensíveis ao câmbio Sistemas de assistência ao motorista (ADAS) reduzem a chance de colisão
Rede de oficina especializada ainda enxuta, mão de obra treinada Alguns modelos têm índice de roubo menor (peça sem mercado paralelo)

Um par direto ajuda a enxergar: levantamentos de mercado mostram o seguro de um BYD Dolphin Mini passando de R$ 5.000/ano, enquanto um Chevrolet Tracker a combustão fica em torno de R$ 4.000 — ou seja, o que se economiza no IPVA muitas vezes volta na apólice. Não é uma diferença absurda, e a média geral de um elétrico citada pelo mercado gira em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano (puxada justamente por reparo e peça).

A conclusão sem exagero: não é que “elétrico é caro por ser elétrico”. É a bateria + peça importada que pesam, parcialmente compensadas por dono prudente e menos sinistro. Conforme cresce a rede de reparo e o volume de carros (foram mais de 220 mil eletrificados emplacados no Brasil em 2025), a tendência é a conta convergir. Quem promete “seguro de elétrico muito mais barato” está vendendo ilusão; quem diz “é uma fortuna” está exagerando.


🔋 A bateria muda a conta: FIPE x Valor Determinado

O coração do seguro de um elétrico é a bateria de alta tensão — o componente mais caro do carro, que pode chegar a quase metade do valor do veículo. Aí mora a decisão mais importante: como o seu carro vai ser indenizado numa perda total ou roubo. São dois regimes, e a diferença vem da própria SUSEP:

  VMR (Valor de Mercado Referenciado) Valor Determinado
Como paga Quantia variável: tabela (FIPE) × fator de ajuste, na data do sinistro Quantia fixa, combinada e impressa na apólice
Norma SUSEP Circular SUSEP 639/2021 Circular SUSEP 639/2021
Preço Mais barato (padrão do mercado) Em geral um pouco mais caro
Melhor para Elétrico nacional com FIPE atualizada e estável Importado (ex.: Tesla), modelo de baixo volume ou sem linha fiel na tabela

Por que isso importa tanto no elétrico:

  • A FIPE precifica o carro, não a bateria isolada. Quando a tabela está defasada ou o modelo é importado sem código fiel, o VMR pode te devolver menos do que o carro realmente vale — e a bateria é o que mais pesa nessa diferença.
  • Mercado jovem e volátil: BYD, GWM e Tesla mudam preço de tabela com frequência; um importado nem sempre tem linha limpa na FIPE. O Valor Determinado trava um número combinado na apólice.
  • A ressalva honesta: nem toda seguradora oferece Valor Determinado pra elétrico, e na renovação esse valor é reacordado pra refletir a depreciação. Não é uma garantia universal — é uma opção a checar caso a caso, e é exatamente o tipo de ajuste que fazemos com você antes de fechar.

🛠️ As coberturas que ninguém te conta no elétrico

Um seguro de elétrico bom não é só “casco + roubo”. Há itens específicos que, se você não pedir, podem simplesmente não estar na apólice. O que conferir, ponto a ponto:

  • Bateria e sistema elétrico: na cobertura compreensiva, o dano à bateria por colisão, incêndio ou evento da natureza costuma entrar como parte do casco. O que não entra é o desgaste natural (perda de capacidade pelo uso). Pergunte se há cobertura adicional específica pra bateria — varia entre seguradoras.
  • Reboque de plataforma (obrigatório): o carro elétrico, em geral, não pode ser rebocado com as rodas no chão — isso pode danificar o sistema de tração. A assistência 24h precisa usar plataforma. Confirme isso por escrito, é um dos erros mais comuns.
  • Cabo de recarga e carregador (wallbox): o cabo e o carregador de parede nem sempre estão na cobertura padrão. Dá pra incluir roubo, incêndio e dano elétrico do equipamento — mas tem que ser pedido (mais detalhes na próxima seção).
  • Danos elétricos por recarga ou curto: oscilação de energia, curto-circuito e falha durante a recarga. Algumas seguradoras (a Suhai, por exemplo) destacam isso explicitamente; em outras, é preciso checar se está incluído.
  • Oficina credenciada para elétrico: diagnóstico de EV pede técnico habilitado e equipamento próprio. Confirme que a rede da seguradora atende o seu modelo na sua região.
  • Carro reserva e assistência adequados: reserva da mesma categoria e assistência que entenda de recarga fazem diferença num carro que roda diferente.

Nenhum desses itens é “luxo” — é o básico pra um elétrico não virar uma dor de cabeça cara na hora do sinistro. Quando a gente cota, confere esses pontos um a um.


🔌 O carregador de casa (wallbox) está coberto?

Essa é uma das maiores fontes de confusão — e a resposta honesta é: depende, e pode ser por dois caminhos diferentes.

  • Pelo seguro auto: algumas apólices incluem o equipamento de recarga (cabo + carregador) como acessório, cobrindo roubo, incêndio e dano elétrico. Não é regra — é uma cobertura que precisa estar prevista no produto.
  • Pelo seguro residencial: o wallbox fixo instalado na parede de casa pode ser protegido pelo seguro da residência, contra surto de tensão, incêndio e danos elétricos. Em muitos casos, é o caminho mais natural pra um carregador permanente.

O que não dá é assumir que “o seguro do carro cobre o carregador de casa” automaticamente. Antes de instalar um wallbox (que não é barato), vale alinhar com o corretor qual apólice protege o quê — pra não descobrir o buraco só depois de um raio ou de um furto. É um ponto que a gente já levanta na cotação do seu elétrico.


💰 Quanto custa o seguro de um carro elétrico

Não existe número único — o prêmio muda com modelo, cidade, idade, perfil e cobertura. Mas dá pra trabalhar com ordem de grandeza. As faixas abaixo são estimativas de mercado (não tarifa oficial de seguradora) e servem só pra você se situar; a cotação real sai na simulação:

Modelo (faixa de valor) Seguro/ano — referência de mercado
BYD Dolphin Mini (~R$ 115 mil) Pode passar de R$ 5.000 em perfil pior; médias por perfil na casa de R$ 4.000 a R$ 5.800
BYD Dolphin / Dolphin Plus (~R$ 115–150 mil) Faixa observada de R$ 3.500 a R$ 7.500
BYD Seal (~R$ 224 mil) A partir de cerca de R$ 6.900; em perfil de baixo risco, há referência de Porto a partir de ~R$ 3.800
SUV híbrido (ex.: GWM Haval H6, ~R$ 200 mil) Faixa de SUV médio premium, puxada pelo valor segurado
Média geral de elétrico no mercado Em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano

Repare numa coisa importante: o preço varia muito por cidade. O seguro do mesmo Dolphin pode custar cerca de 25% a mais em São Paulo do que em uma capital do Sul. Por isso a melhor “tabela de preço” é a sua cotação real — com o seu CEP, o seu perfil e a sua garagem.


🏢 Quais seguradoras cobrem elétrico no Brasil

Boa notícia: ao contrário do que aconteceu na Europa (onde algumas seguradoras chegaram a recusar elétricos chineses por falta de peça), no Brasil não há recusa sistemática de carro elétrico. A maioria das grandes já trabalha com EV — o que varia é preço, rede de oficina e cobertura específica de bateria. Um panorama de 2026:

Seguradora Posição no elétrico
Porto Seguro Tem parceria com a BYD desde 2023, com condições próprias pra linha Dolphin. Referência em rede e cobertura.
Tokio Marine Trabalha o segmento elétrico, com coberturas próprias.
Allianz Tem produto pra elétrico e rede de oficinas premium.
HDI Opera bem com elétricos e importados.
Bradesco Cobertura compreensiva, com opções voltadas a bateria e acessórios do elétrico.
Azul, Mapfre, SulAmérica, Yelum (ex-Liberty) Também atendem elétrico, conforme modelo, perfil e região.
Suhai Aceita perfis que outras restringem (inclusive importado e usados), com foco em roubo/furto e destaque pra danos elétricos (curto, oscilação, falha de sistema).

A restrição real, hoje, é de preço e perfil, não de aceitação. Por isso comparar faz diferença grande no elétrico: a seguradora que tem a melhor rede pro seu modelo na sua cidade nem sempre é a mais barata, e vice-versa. É o trabalho de uma corretora independente cruzar isso.


🔥 Carro elétrico pega mais fogo? Mito x dados

Os vídeos viralizam, mas os números contam outra história: o carro elétrico pega bem menos fogo que o a combustão. Alguns dados que ajudam a colocar o medo no lugar certo:

  • Estudo da EV FireSafe (Austrália) aponta chance de incêndio em bateria de EV na casa de 0,0012%, contra cerca de 0,1% em carros a combustão — uma diferença de dezenas de vezes.
  • Nos EUA, a estimativa é de cerca de 25 incêndios por 100 mil elétricos, contra ~1.500 por 100 mil a gasolina.
  • Na Polônia, de mais de 51 mil incêndios veiculares entre 2020 e 2025, 50.833 foram em carros a combustão e apenas 87 em 100% elétricos.

A nuance honesta: quando a bateria de lítio entra em pane térmica, o incêndio é mais difícil de apagar (precisa de muita água e pode reacender) — por isso vira notícia. Frequência menor, combate mais complexo. Para o seguro, o que importa é que o incêndio está coberto na apólice compreensiva.

E os recalls de bateria da BYD que saíram no noticiário em 2025? Eles ocorreram na China, em modelos majoritariamente não vendidos no Brasil (como Tang, Yuan Pro e Qin PLUS na versão chinesa); a BYD Brasil afirmou que não afetam os carros em circulação por aqui. Vale sempre conferir o portal de recall do governo pelo seu chassi, mas não há motivo pra pânico com base no que aconteceu fora.


🧾 IPVA e isenção do elétrico por estado (2026)

Muita gente compra elétrico achando que “não paga IPVA em lugar nenhum” — e leva um susto. A regra muda de estado pra estado e até troca de ano pra ano. O quadro de 2026, em linhas gerais (sempre confirme na Sefaz do seu estado antes de contar com o benefício):

Situação Estados (exemplos)
Isenção total (elétrico e híbrido) Distrito Federal, Acre, Amapá, Tocantins (alguns com condições)
Isenção só pra 100% elétrico (híbrido paga) Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pará (até R$ 150 mil)
Alíquota reduzida (não é isenção) Rio de Janeiro (0,5% elétrico / 1,5% híbrido); Bahia isenta elétrico até R$ 300 mil
Sem isenção pra 100% elétrico São Paulo (elétrico paga ~4%; só híbrido flex específico tem benefício), Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo, Ceará

O ponto mais contraintuitivo: em São Paulo, o carro 100% elétrico não tem isenção de IPVA — paga a alíquota cheia. O benefício paulista é só pra alguns híbridos flex (caso de Corolla e Corolla Cross). Ou seja, em SP o elétrico ainda compensa pela economia de combustível, mas não pelo IPVA. Por isso aquele cálculo de “economia total” precisa entrar com a apólice e o IPVA reais do seu estado — e é uma conta que a gente ajuda a fechar.


⚖️ Como funciona a indenização de um elétrico

Na prática, a indenização de um carro elétrico segue a mesma lógica de um carro comum — com a bateria como protagonista. Os pontos que você precisa saber:

  • Perda total: é caracterizada quando o reparo passa de cerca de 75% do valor do carro. Num elétrico, um dano sério na bateria empurra a conta pra cima rápido, justamente por ela ser tão cara.
  • Quanto você recebe: no regime referenciado (VMR), a indenização integral usa a tabela FIPE do mês do sinistro (Circular SUSEP 639/2021). No Valor Determinado, é o valor fixado na apólice.
  • Prazo de pagamento: em regra, até 30 dias corridos após a entrega de toda a documentação.
  • Por que isso reforça o Valor Determinado em importado: num Tesla ou modelo de baixo volume, a FIPE pode estar defasada ou nem ter linha fiel — e o Valor Determinado evita que você receba menos do que o carro vale.

Existe ainda uma discussão jurídica sobre qual data usar pra calcular o valor (do sinistro ou do pagamento), e os tribunais tendem a fixar a data do sinistro — o que costuma ser melhor pro segurado. Na dúvida, o corretor é quem orienta e acompanha.


🔄 O que o seguro NÃO cobre: a degradação da bateria

Esse é o mal-entendido mais comum do elétrico. O seguro não cobre a perda natural de capacidade da bateria — aquela queda de autonomia que vem com os anos e os ciclos de recarga. Isso é considerado desgaste, não sinistro, e fica de fora de qualquer apólice.

Quem cuida disso é a garantia de fábrica: as montadoras costumam garantir a bateria por um prazo longo (em geral em torno de 8 anos), com um piso de capacidade. O seguro entra quando há um evento — colisão, incêndio, roubo, alagamento. A degradação do tempo é com a garantia do fabricante. Confundir os dois leva a frustração na hora errada; por isso vale ter os dois mapeados desde a compra.


⚡ Híbrido x 100% elétrico: muda no seguro?

No seguro, a lógica é parecida: os dois têm bateria e eletrônica que pesam na conta, e valem os mesmos cuidados (cobertura de bateria, reboque de plataforma, rede de oficina). O híbrido plug-in tende a ter bateria menor que um 100% elétrico de mesmo porte, mas a diferença na apólice costuma ser pequena perto do que muda com modelo, cidade e perfil.

Onde muda de verdade é no IPVA: vários estados isentam só o 100% elétrico e cobram normalmente do híbrido (caso de Pernambuco e Rio Grande do Sul, por exemplo). Então, na hora de comparar o custo total entre um híbrido e um elétrico, é o imposto — não o seguro — que costuma fazer a maior diferença. A gente ajuda a comparar os dois lado a lado pro seu caso.


💡 Como economizar no seguro do seu elétrico

Mesmo com o seguro mais caro que o de um popular, dá pra puxar o preço pra baixo sem abrir mão da proteção da bateria:

Tática Efeito
Rastreador + garagem fechada Combinação que mais derruba o prêmio num carro de indenização alta
Perfil de baixa quilometragem Elétrico urbano roda pouco; seguro por km pode sair mais barato
Franquia ajustada ao seu bolso Franquia um pouco maior reduz o prêmio pra quem bate pouco
Bônus por histórico limpo Anos sem sinistro acumulam desconto relevante
Comparar quem tem rede pra elétrico O que mais economiza: o preço do mesmo carro varia muito entre seguradoras e cidades

O cuidado é não economizar no lugar errado: cortar a cobertura da bateria ou aceitar reboque comum pra pagar menos sai caro no primeiro problema. Economia boa é comparar e ajustar — não é tirar o que protege o componente mais caro do carro.


🚗 Modelos elétricos e híbridos que cotamos

Cada modelo tem sua particularidade de bateria, rede e preço. Cotamos os mais buscados do mercado — e qualquer outro elétrico ou híbrido que você tiver:

⚡ Seguro BYD (toda a linha)

A marca nº1 de elétrico do Brasil: a linha inteira e o seguro de cada modelo, do Dolphin Mini ao Han.

🐬 Seguro BYD Dolphin Mini

O elétrico nº1 do Brasil. Preço do seguro, depreciação baixa e por que a bateria pesa.

🐬 Seguro BYD Dolphin

O irmão maior (GS e Plus): mais bateria, mais valor — e o que muda no seguro.

🚙 Seguro BYD Song (Pro e Plus)

O SUV híbrido plug-in nº1 do varejo. Preço do seguro, o que muda no PHEV e a pegadinha do IPVA.

🏎️ Seguro BYD Seal

Sedã elétrico premium de 530 cv: Valor Determinado, comparação com o Tesla Model 3 e bateria CTB.

🦈 Seguro BYD Sealion 7

O SUV-cupê elétrico de 531 cv (rival do Model Y): estimativa por cidade, Valor Determinado e o IPVA premium.

⛰️ Seguro GWM Haval H6

O híbrido nº1 do Brasil. HEV x PHEV, ADAS caro de reparar e a pegadinha do IPVA.

⚡ Seguro Geely EX2

O elétrico de entrada que disparou. Preço por cidade, a parceria Renault e peça importada.

🛡️ Volvo EX30 e Recharge

Elétrico premium escandinavo. Veja o guia de seguro Volvo, com bateria e o paradoxo do ADAS.

⚡ Tesla e elétricos premium

Tesla, BYD topo e elétricos importados de alto valor: veja o guia de carro de luxo e importado.

Não achou o seu modelo? Manda o carro, o ano e a cidade no WhatsApp que cotamos o seu — seja um Dolphin Mini ou um importado de alto valor.


🏢 Por que cotar elétrico com corretora independente

A Rio Rubio é corretora independente (SUSEP 202057095). No elétrico, a seguradora com a melhor rede de oficina pro seu modelo nem sempre é a mais barata — e a cobertura de bateria varia de uma pra outra. Quem compara é quem fecha a melhor combinação de preço, rede e proteção da bateria. Cotamos as principais seguradoras de uma vez, conferimos cobertura de bateria, cabo, reboque de plataforma e Valor Determinado, e recomendamos a melhor opção pro seu carro, ano e CEP — sem viés de uma seguradora só.

A cotação online da Porto serve de base; o fechamento de um elétrico, com a bateria bem coberta, é com especialista.


🏢 Por que cotar com a Rio Rubio Corretora?

📜 Corretora SUSEP autorizada

SUSEP 202057095 — registro verificável em susep.gov.br. Cuidamos da sua apólice do início ao sinistro.

⚡ Entendemos de elétrico

Bateria, reboque de plataforma, wallbox e rede de oficina EV — conferimos o que a maioria esquece.

🤝 Atendimento humano

Nada de formulário robô num carro de bateria cara. Você fala com corretor de verdade.


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❓ Perguntas frequentes

Seguro de carro elétrico é mais caro?

Costuma ser igual ou um pouco mais caro que um carro a combustão de mesmo valor — o que pesa é a bateria e a peça importada, parcialmente compensadas pela baixa sinistralidade. A média de mercado de um elétrico gira em torno de R$ 7.000 a R$ 8.000/ano, e a diferença pra um combustão equivalente vem caindo.

A bateria do carro elétrico está coberta pelo seguro?

Sim, na cobertura compreensiva, quando o dano vem de colisão, incêndio, roubo ou evento da natureza — a bateria é parte do veículo. O que não entra é o desgaste natural (perda de capacidade pelo uso), que é tema da garantia de fábrica. Vale confirmar se há cobertura adicional específica pra bateria.

O seguro cobre o carregador de casa (wallbox)?

Depende. Alguns seguros auto incluem o cabo e o carregador como equipamento de recarga (roubo, incêndio, dano elétrico); em outros casos, o wallbox fixo é protegido pelo seguro residencial. Não é automático — precisa ser pedido. Vale alinhar com o corretor antes de instalar.

E se a bateria do carro elétrico pegar fogo?

O incêndio está coberto na apólice compreensiva. E vale a tranquilidade dos dados: o carro elétrico pega bem menos fogo que o a combustão (estudos apontam de dezenas a uma centena de vezes menos), embora o incêndio de bateria de lítio seja mais difícil de apagar.

Posso fazer seguro de um Tesla importado no Brasil?

Sim, mas via corretora que trabalhe importados. Tende a ser caro e o regime de Valor Determinado costuma fazer mais sentido, porque a FIPE de importado é instável. O ideal é contratar desde o desembarque. Veja o guia de seguro de carro de luxo e importado.

O carro elétrico pode ser rebocado normalmente?

Não. Em geral o elétrico precisa de reboque de plataforma — rebocar com as rodas no chão pode danificar o sistema de tração. Confirme que a assistência 24h da sua apólice usa plataforma; é um detalhe que muita gente só descobre na hora errada.

Vale a pena fazer seguro do BYD Dolphin Mini?

Vale. É um carro de mais de R$ 100 mil com bateria cara; só o seguro de terceiros deixa você exposto a um prejuízo grande em caso de perda total. A favor, o Dolphin Mini tem baixa sinistralidade. Cotar a cobertura cheia e comparar seguradoras é o caminho.

A degradação natural da bateria é coberta pelo seguro?

Não. A perda de capacidade pelo uso e pelo tempo é desgaste, não sinistro, e fica fora do seguro. Isso é tema da garantia da montadora, que costuma cobrir a bateria por um prazo longo (em geral em torno de 8 anos). O seguro entra quando há um evento, como colisão, incêndio ou roubo.

Carro elétrico paga IPVA? Tem isenção?

Depende do estado. Alguns isentam totalmente (como o Distrito Federal), outros só o 100% elétrico (como Pernambuco e Rio Grande do Sul), e há os que reduzem a alíquota (Rio de Janeiro). Em São Paulo, o 100% elétrico não tem isenção — paga a alíquota cheia. Confirme sempre na Sefaz do seu estado, porque muda todo ano.

Devo escolher FIPE ou Valor Determinado no meu elétrico?

No regime FIPE (VMR), a indenização integral usa a tabela do mês do sinistro — é o padrão e mais barato, bom pra elétrico nacional com FIPE estável. O Valor Determinado fixa um valor na apólice e protege melhor em importado ou modelo sem linha fiel na tabela. Nem toda seguradora oferece pra elétrico; vale conferir caso a caso.

Híbrido tem as mesmas regras de elétrico no seguro?

No seguro, a lógica é parecida: os dois têm bateria e eletrônica que pesam e pedem os mesmos cuidados. A maior diferença está no IPVA — vários estados isentam só o 100% elétrico e cobram do híbrido. Vale comparar o custo total dos dois pro seu caso.

Quais seguradoras fazem seguro de carro elétrico no Brasil?

A maioria das grandes já trabalha com elétrico: Porto (com parceria BYD desde 2023), Tokio Marine, Allianz, HDI, Bradesco, Azul, Mapfre, SulAmérica, Yelum (ex-Liberty) e a Suhai, que aceita perfis que outras restringem. No Brasil não há recusa sistemática de elétrico; o que varia é preço, rede e cobertura de bateria.

Por que o seguro do meu elétrico mudou tanto de uma cotação pra outra?

Porque cada seguradora tem uma rede de oficina e um apetite diferentes pra elétrico, e o preço do mesmo carro varia bastante entre elas e entre cidades. Por isso comparar é o que mais economiza — e é o trabalho de uma corretora independente como a Rio Rubio.

Como faço o seguro do meu carro elétrico pela Rio Rubio?

Manda o modelo, o ano e a cidade pelo WhatsApp. Comparamos as seguradoras que têm rede pra elétrico, conferimos cobertura de bateria, cabo, reboque de plataforma e Valor Determinado, e recomendamos a melhor opção pro seu carro. A cotação online da Porto serve de base.


Pronto para cotar o seguro do seu elétrico?

Manda modelo, ano e cidade que a gente compara quem tem rede pra elétrico e monta a proteção certa pra bateria.


Rio Rubio Consultoria e Corretora de Seguros LTDA

CNPJ 27.859.962/0001-57 · SUSEP 202057095

Av. Nova Cantareira, 764 — 1º Andar — Sala 112-B · CEP 02331-001 · São Paulo/SP

Tel: (11) 98391-7200 · [email protected] · no mercado desde 2017

Jorge Neto, fundador da Rio Rubio Corretora
Escrito e revisado por

Jorge Neto

Fundador da Rio Rubio Corretora. 28 anos no mercado de risco financeiro — atuou 20 anos em auditoria financeira e gestão de riscos em grandes bancos e seguradoras antes de fundar a Rio Rubio em 2017. Conhece a estrutura técnica e regulatória do seguro por dentro.

🛡️ Corretora habilitada SUSEP 202057095 💎 Parceiro Diamante Porto Seguro 📍 Tucuruvi · São Paulo/SP
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