Seguro de moto Yamaha: quem aceita, quanto custa e como proteger a sua em 2026

Rio Rubio Corretora — SUSEP 202057095 · no mercado em São Paulo desde 2017. A Yamaha vai da Factor de entrega à MT-09 e à R1 — e cada uma é uma conta de seguro diferente. A gente sabe quais seguradoras aceitam a sua, da MT-03 à Ténéré 700, e compara casco completo (Porto) com só roubo e furto (Suhai) pra achar a melhor combinação de cobertura e preço.

📋 Em resumo — pra quem tem pressa

Quais cobrimos A linha toda: das premium (MT-03, MT-07, MT-09, R3, Ténéré 700, XMAX 250) às populares (Factor, Fazer/FZ25, Lander, Crosser, NMAX) — novas e usadas.
Quem aceita Modelos populares: aceitação fácil. Alta cilindrada (MT-09, R1): grupo menor de seguradoras — a gente sabe quem entra. Yamaha é nacional, mais fácil que importada.
Duas opções Porto = casco completo (colisão + incêndio + roubo). Suhai = só roubo e furto, sai bem mais barato.
Quanto custa Varia muito por modelo, cidade e perfil — de cerca de R$ 800/ano (roubo/furto numa MT-03 ou XMAX) a R$ 6 mil+ numa MT-09 ou R1 no casco completo.
Próximo passo Manda o modelo, o ano e o CEP de onde a moto dorme que a gente cota.

🏍️ Cotar o seguro da sua Yamaha

Diz o modelo (MT, R, Ténéré, Fazer, Factor…), o ano e o CEP de pernoite. A gente compara as seguradoras que aceitam o seu modelo e te mostra casco completo e roubo/furto lado a lado, com o preço de cada.

Atendimento humano · Resposta em até 2h úteis · (11) 98391-7200

⚠️ A alta cilindrada da Yamaha tem aceitação mais restrita. Uma MT-09 ou uma R1 não são aceitas por toda seguradora, e o preço varia muito entre as que aceitam. O valor de uma corretora independente é justamente achar quem aceita a sua moto — e pelo melhor preço.

📌 No Estado de SP, cerca de 4 motos são roubadas ou furtadas por hora (mais de 38 mil ocorrências em 2024). E entre as Yamaha, a Fazer 250 / FZ25 está no topo dos roubos na cidade — por isso, na hora da cotação, onde a moto dorme e o rastreador pesam tanto quanto o modelo.


🏍️ Por que o seguro de moto custa o que custa

Antes de falar de Yamaha modelo a modelo, vale entender por que moto é cara de proteger. Três fatores se empilham:

  • Moto é estruturalmente mais cara que carro. O seguro compreensivo (colisão + roubo + furto) de uma moto costuma custar de 30% a 40% do valor por ano, contra 3% a 5% no carro. A peça é fácil de revender, a exposição a quedas é grande e a recuperação após roubo raramente passa de 50%.
  • O valor da moto encarece a indenização e a peça. Quanto mais cara a moto, maior o custo de uma batida ou de uma peça — e isso vai pro prêmio. Uma MT-09 não custa o mesmo que uma Factor pra reparar.
  • O perfil de uso muda tudo. Esportiva corre mais e cai mais; scooter e big trail têm perfil mais tranquilo. A mesma cilindrada pode ter prêmios bem diferentes.

A boa notícia: a Yamaha tem uma faixa enorme de modelos — da Factor de uso diário à R1 superesportiva — e o seguro de cada um é uma conta diferente. Quase todo perfil encontra uma combinação que cabe no bolso. E há um trunfo a favor: a Yamaha é nacional (produzida em Manaus), com peça disponível — o que costuma deixar a aceitação e o reparo bem mais simples que os de uma importada europeia.


📋 A linha Yamaha premium 2026 e o que muda no seguro

O foco de quem busca seguro de Yamaha de maior valor está aqui. Cada modelo tem um perfil de risco próprio — e é ele que decide o preço:

Modelo Cilindrada / tipo Preço de referência Perfil de risco
MT-03 321 cc · naked ~R$ 34 mil (nova) Premium de entrada — aceitação fácil, prêmio acessível.
R3 321 cc · esportiva ~R$ 37 mil (nova) Esportiva de entrada — carenagem sobe um pouco o casco.
MT-07 689 cc · naked ~R$ 58 mil (nova) Naked média, muito desejada — boa aceitação, prêmio intermediário.
MT-09 ≈890 cc · 3 cilindros ~R$ 57–60 mil (referência) Alta performance — entra na faixa esportiva agravada, o casco completo importa.
Ténéré 700 689 cc · big trail ~R$ 73 mil (nova) Uso viagem, condutor mais maduro — costuma ter o melhor perfil da linha.
XMAX 250 250 cc · maxiscooter ~R$ 39 mil (nova) Scooter premium — perfil urbano e condutor conservador deixam o prêmio mais brando.
R1 998 cc · superesportiva só usada · FIPE ~R$ 60–110 mil A aceitação mais restrita da marca — superesportiva de alto valor.

Preços “a partir de / referência” 2026, sem frete e emplacamento; a FIPE varia por ano-modelo. A R1, a XJ6, a XT 660 e a Drag Star 650 saíram de linha e hoje circulam usadas — a gente cota todas pela FIPE do ano certo.


🛵 E as Yamaha populares? Continuam cobertas

A Yamaha é uma das duas maiores fabricantes de moto do país, e boa parte da frota é de modelos de uso diário. Eles não somem do nosso radar: são os mais buscados e, também, os mais visados por roubo — o que faz da cobertura de roubo e furto algo ainda mais importante neles.

Modelo Cilindrada / tipo Preço de referência
Factor 150 150 cc · street ~R$ 18,5 mil
Fazer / FZ25 250 cc · street ~R$ 25 mil
FZ15 150 cc · naked ~R$ 25 mil
Lander 250 250 cc · trail ~R$ 29 mil
Crosser 150 150 cc · trail ~R$ 23 mil
NMAX 160 160 cc · scooter ~R$ 23 mil

Pra esses modelos, o seguro mais inteligente costuma ser o só roubo e furto (Suhai), que protege do principal risco e cabe no orçamento de quem usa a moto pra trabalhar ou pro dia a dia. Quem usa a moto em entregas tem regras próprias de cobertura — nesse caso, vale falar com a gente antes pra acertar a apólice certa.


⚖️ Qual Yamaha é mais cara no seguro (e por quê)

Mesma marca, prêmios bem diferentes. Entender isso ajuda a escolher a moto — e a economizar:

  • Superesportiva e naked de alta cilindrada (R1, MT-09): as mais caras. Aqui o que pesa não é só o roubo — é a sinistralidade corporal: alta velocidade, risco de lesão grave e custo de reparo elevado. Por isso o casco completo faz mais diferença nesses modelos.
  • Naked média (MT-07) e esportiva de entrada (R3): intermediárias. Modelos desejados, mas de potência mais controlada — prêmio mais equilibrado.
  • Big trail (Ténéré 700): geralmente a de melhor custo de seguro apesar da FIPE alta. Mesmo motor da MT-07 (689 cc), mas postura de viagem, uso misto e condutor mais experiente derrubam a sinistralidade. Uma Ténéré costuma sair mais barata no seguro que uma naked esportiva de valor parecido.
  • Maxiscooter (XMAX 250): prova que cilindrada não é tudo. Condução urbana, perfil de condutor mais conservador e categoria scooter deixam o prêmio entre os mais brandos da linha premium.
  • Populares (Factor, Fazer): FIPE baixa, mas alta exposição a roubo — o prêmio de roubo/furto pode ser proporcionalmente relevante, sobretudo em São Paulo.

Resumo: entre duas Yamaha de preço parecido, a big trail (Ténéré) tende a sair mais barata no seguro que a naked esportiva (MT-09). Perfil de uso conta tanto quanto o valor da moto.


🏢 Quem aceita a sua Yamaha: a matriz de aceitação

Esse é o mapa que ninguém publica — e o principal motivo de cotar por uma corretora. Nem toda seguradora aceita a linha inteira, e cada uma tem um apetite diferente:

Seguradora O que aceita Observação
Suhai Roubo e furto, inclusive alta cilindrada e usada Especialista no risco que outras recusam; cobre até 100% da FIPE sem franquia. Não cobre a colisão nem a queda.
Porto Casco completo (motos 301 cc+) Proteção total; cota boa parte da linha conforme perfil e CEP.
Bradesco / Azul Casco completo, caso a caso Avaliam por modelo, valor e perfil. A Bradesco costuma ficar confortável até cerca de R$ 200 mil de FIPE.
Allianz / Tokio Marine Alta cilindrada, caso a caso Mais seletivas no topo de gama (MT-09, R1); depende do CEP e do condutor.
HDI Costuma não operar moto Tratamos como exceção — não é o caminho pra Yamaha.

Na prática: uma MT-03 ou uma Factor é aceita fácil por quase todas. Uma MT-09 ou R1 tem um grupo bem menor — e é aí que a gente economiza o seu tempo, indo direto em quem aceita. A aceitação é sempre confirmada na cotação, com os seus dados.


🔑 Casco completo (Porto) x só roubo e furto (Suhai)

É a decisão que mais muda o preço — e a que os comparadores online não explicam. O melhor caminho depende do seu modelo:

  Casco completo (Porto) Roubo e furto (Suhai)
Cobre Roubo, furto, colisão, incêndio, danos e terceiros Só roubo e furto qualificado
Preço Maior — cobre tudo Bem menor — foca o risco principal
Faz sentido pra MT-07, MT-09, Ténéré, R1 — onde a queda e a colisão pesam, ou moto financiada Factor, Fazer, MT-03, NMAX — moto quitada, onde o medo é o roubo
Atenção Prêmio alto na esportiva de alta cilindrada Não cobre a sua queda nem a batida

Não existe “melhor” — existe o que faz sentido pro seu bolso e pro seu risco. Na cotação a gente mostra as duas com o preço de cada, e você decide. Numa MT-03 quitada em região de risco, o roubo/furto da Suhai costuma ser o melhor custo-benefício; numa MT-09 financiada, o casco completo da Porto protege o investimento inteiro, inclusive a queda.


🚨 Roubo e rastreador: o que muda o preço (e a aceitação)

Moto é o veículo mais visado do país, e em São Paulo o número assusta: cerca de 4 motos roubadas ou furtadas por hora (mais de 38 mil ocorrências em 2024). E isso bate direto na Yamaha — a Fazer 250 / FZ25 lidera os roubos entre as Yamaha na capital, e modelos como XTZ/Lander e MT-03 também aparecem nas listas. Na prática, são duas consequências:

  • O rastreador deixa de ser opcional. Em São Paulo e no Rio, ele vira quase condição de aceitação na alta cilindrada — e costuma render desconto de 10% a 30% no prêmio.
  • Onde a moto dorme pesa muito. Garagem fechada, com portão, muda o preço de forma relevante. Moto que dorme na rua é o cenário mais caro (ou recusado).

Na cotação, a gente já calcula com e sem rastreador pra você ver se compensa — na maioria dos casos, em São Paulo, compensa, tanto na popular quanto na premium.


🇧🇷 Yamaha é nacional — e isso facilita o seguro

Diferente de uma importada europeia, a Yamaha é produzida no Brasil (Manaus) e tem peça e rede de assistência espalhadas pelo país. Pro seguro, isso é uma vantagem concreta:

  • Mais seguradoras aceitam — o custo de reparo é previsível, o que amplia o apetite de quem cota o casco.
  • Reparo mais rápido e mais barato que o de uma moto importada, o que ajuda a manter o prêmio mais baixo em modelos de mesma cilindrada.
  • Exceção: a R1 e a Ténéré 700 vêm importadas — nelas a aceitação é mais seletiva e o reparo, mais caro. Ainda assim, há caminho, e a gente sabe qual é.

Ou seja: uma naked de 700 cc Yamaha costuma ser bem mais simples de proteger do que uma importada europeia de valor parecido. É um ponto a favor de quem escolheu a marca.


🏁 Yamaha usada e fora de linha (R1, XJ6, XT 660, Drag Star)

Muita Yamaha desejada já não é vendida nova — e continua segurável, pela FIPE do ano. Os casos mais comuns:

  • R1: superesportiva de 998 cc, importação encerrada. É a aceitação mais restrita da marca (alto valor + perfil esportivo), mas há seguradora que entra — e a Suhai cobre o roubo/furto inclusive de usada.
  • XJ6 (600 cc) e XT 660: fora de linha há anos, circulam usadas. Aceitação tranquila pela FIPE; em moto mais antiga, o roubo/furto costuma ser ainda mais vantajoso.
  • Drag Star 650 e Fazer 250 antiga: custom e street já descontinuadas — cotamos normalmente pela tabela do ano-modelo.

Pra qualquer usada, a indenização segue a FIPE da moto. Manda o modelo e o ano que a gente avalia o melhor caminho.


⚠️ Proteção veicular não é seguro (cuidado nessa hora)

Quando alguém ouve “nenhuma seguradora aceita a minha moto”, a tentação é cair na proteção veicular de associação. Atenção: proteção veicular não é seguro. É um rateio entre associados, sem reserva técnica garantida — se o caixa não cobre os sinistros do mês, o problema é seu. Isso atinge muito o dono de Yamaha popular, que é o mais assediado por “proteção” barata.

Mesmo com a Lei 213/2025, que trouxe o setor de proteção veicular para a supervisão da SUSEP, ele continua não sendo seguro — sem a mesma garantia de uma seguradora autorizada. Numa MT ou numa Ténéré, isso é risco demais. E a verdade é que existe sim quem aceite a sua Yamaha no seguro de verdade — é só saber onde procurar.


🔧 Peça, manutenção e o que encarece a Yamaha

Parte do prêmio vem do custo de reposição. A linha mistura modelos de peça bem nacionalizada com modelos de maior valor, e isso aparece na conta:

  • Carenagem e peças de esportiva (R3, R1) são caras e fáceis de danificar numa queda — o que sobe o casco.
  • Componentes de alta performance (MT-09, R1) elevam o custo de indenização e de conserto.
  • Modelos populares (Factor, Fazer) têm peça barata e abundante — o prêmio do casco é baixo; o que pesa neles é mesmo o roubo.

Por isso a Ténéré e o XMAX, de uso mais tranquilo, costumam sair na frente no custo total — enquanto a R1, linda na pista, é a que mais pesa no seguro.


💰 Quanto custa o seguro de uma Yamaha

O prêmio depende de modelo, ano, cidade, garagem e perfil do condutor — por isso varia tanto. Como referência de mercado para casco completo:

Modelo Faixa anual de referência
Factor 150 / NMAX 160 / XMAX 250 a partir de ~R$ 800–1.500/ano
MT-03 / R3 / Fazer FZ25 ~R$ 1.500–2.500/ano
MT-07 / Ténéré 700 ~R$ 2.000–3.500/ano
MT-09 / R1 de ~R$ 2.500 a R$ 6 mil+/ano

Faixas de referência de mercado — variam muito por cidade (uma mesma moto pode custar 3× mais no Rio que numa cidade pequena) e perfil. A opção só roubo/furto (Suhai) sai bem abaixo disso. A cotação real só com seus dados.


💡 Como pagar menos no seguro da sua Yamaha

Dá pra reduzir o prêmio sem abrir mão da proteção certa. O que mais funciona:

  • Instale rastreador — costuma render de 10% a 30% e, na alta cilindrada, ainda destrava aceitação.
  • Garagem fechada em casa e no trabalho derruba o preço; informe sempre onde a moto dorme.
  • Escolha a cobertura certa pro seu risco — se a moto é quitada, o roubo/furto da Suhai pode bastar e custar muito menos que o casco completo.
  • Ajuste a franquia — uma franquia um pouco maior reduz o prêmio (faça a conta junto).
  • Cote por uma corretora — comparar Porto, Suhai e as demais é o que mais economiza, porque o preço varia muito entre elas.

🛡️ Coberturas que valem a pena numa Yamaha

Além do básico (roubo, furto, colisão), algumas coberturas fazem diferença real:

  • RCF-V (danos a terceiros) com limite alto: moto causa dano grande num acidente — vale ter um limite de danos materiais e corporais robusto.
  • APP (acidentes pessoais de passageiros): protege piloto e garupa.
  • Assistência 24h ampliada + moto reserva: reboque de longa distância e socorro fazem diferença em quem viaja (Ténéré, MT-07).
  • Acessórios e capacete: não entram automático — a indenização padrão cobre só a moto pela FIPE. Capacete, macacão, luvas e equipamentos só com cobertura adicional, e numa Yamaha premium isso são milhares de reais. Vale incluir.

🏢 Não trabalhamos com uma seguradora só

Pra Yamaha, comparar é o que faz a diferença. A Rio Rubio cota casco completo na Porto e roubo/furto na Suhai, e avalia Bradesco, Azul, Allianz e Tokio quando faz sentido pro seu modelo. Você vê as opções lado a lado e escolhe.

Um detalhe: o seguro oferecido na concessionária ou no consórcio da marca quase nunca é o mais barato nem o mais flexível. Vale comparar — a gente cota com até 20 seguradoras, sem viés de marca, e recomenda o que protege melhor a sua Yamaha pelo preço justo.


🏢 Por que cotar com a Rio Rubio Corretora?

📜 Corretora SUSEP autorizada

SUSEP 202057095 — registro verificável em susep.gov.br. Responsáveis pela apólice do início ao sinistro, diferente de agregador online.

🏍️ Sabemos quem aceita cada modelo

Em vez de levar “não” de seguradora, você cota com quem já sabe quem aceita da Factor à MT-09 e à R1 — e pelo melhor preço.

🤝 Atendimento humano

Nada de formulário robô. Você fala com corretor de verdade, rápido, e tem apoio na hora do sinistro.


🔗 Veja também

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Da Ninja à Z H2 — casco completo x roubo/furto por modelo.

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🛵 Seguro de moto (geral)

Como funciona o seguro de moto e o que ele cobre.


❓ Perguntas frequentes

Quanto custa o seguro de uma Yamaha?

Varia muito por modelo, cidade e perfil. Como referência de mercado, vai de cerca de R$ 800/ano (só roubo e furto numa MT-03 ou XMAX) a R$ 6 mil ou mais numa MT-09 ou R1 no casco completo. A cotação real depende dos seus dados.

Qual a diferença entre casco completo e roubo/furto?

O casco completo (Porto) cobre roubo, furto, colisão, incêndio e danos — proteção total, prêmio maior. O roubo e furto (Suhai) cobre só o risco principal da moto e sai bem mais barato. A gente mostra as duas opções com o preço de cada.

Toda seguradora aceita a MT-09 e a R1?

Não. Modelos de alta cilindrada como MT-09 e R1 têm um grupo menor de seguradoras que aceitam, e o preço varia bastante entre elas. A Suhai aceita alta cilindrada no roubo/furto; Porto, Bradesco, Azul, Allianz e Tokio avaliam o casco caso a caso. Por isso vale cotar por uma corretora que já sabe quem aceita cada modelo.

Por que o seguro de moto é tão mais caro que o de carro?

O seguro compreensivo de moto costuma custar de 30% a 40% do valor por ano, contra 3% a 5% no carro. A peça é fácil de revender, a exposição a quedas é grande e a recuperação após roubo raramente passa de 50%. Em alta cilindrada, o alto valor da peça e da indenização soma a isso.

A Ténéré 700 é mais barata no seguro que a MT-09?

Em geral sim, mesmo com FIPE mais alta. A Ténéré é big trail, de uso mais de viagem e condutor mais maduro, com perfil de risco melhor — enquanto a MT-09 é naked de alta performance, com sinistralidade maior, o que sobe o prêmio. As duas usam o mesmo motor de 689 cc na MT-07, mas a postura de uso muda a conta.

O seguro do XMAX 250 é caro?

Costuma ser um dos mais brandos da linha premium. Por ser maxiscooter, de condução urbana e perfil de condutor mais conservador, a categoria pesa a favor — mesmo com 250 cc e bom valor de mercado, o prêmio fica abaixo de uma naked esportiva de valor parecido.

Preciso de rastreador na minha Yamaha?

Não é regra geral, mas em São Paulo e no Rio o rastreador vira quase condição de aceitação na alta cilindrada, e costuma render desconto de 10% a 30%. Considerando que SP tem cerca de 4 motos roubadas por hora — e que a Fazer 250 está entre as Yamaha mais roubadas —, costuma compensar.

É verdade que a Yamaha é mais fácil de cotar por ser nacional?

Em geral sim. A Yamaha é produzida no Brasil, com peça e assistência disponíveis, o que torna o reparo mais previsível e amplia o número de seguradoras que aceitam — bem diferente de uma importada europeia. As exceções são a R1 e a Ténéré 700, que vêm importadas e têm aceitação mais seletiva.

O capacete e os acessórios estão cobertos?

Não automaticamente. A indenização padrão cobre a moto pela FIPE. Capacete, macacão, luvas e outros equipamentos só com cobertura adicional contratada — numa Yamaha premium, vale incluir, porque são milhares de reais.

Proteção veicular de associação serve pra Yamaha?

Proteção veicular não é seguro: é rateio entre associados, sem reserva garantida. Mesmo com a Lei 213/2025, que trouxe o setor para a SUSEP, continua não sendo seguro. Numa MT ou numa Ténéré, o risco de não receber a indenização é grande — o seguro de uma seguradora autorizada é a opção segura.

Dá pra fazer o seguro de uma Yamaha usada ou fora de linha (R1, XJ6, XT 660)?

Dá. A gente cota modelos novos e usados, com indenização pela tabela FIPE do ano. A R1 é a de aceitação mais restrita da marca, mas há caminho; XJ6, XT 660 e Drag Star são tranquilas pela FIPE. Em modelos mais antigos, a opção só roubo/furto costuma ser ainda mais vantajosa.

Como faço pra cotar com a Rio Rubio?

Manda pelo WhatsApp o modelo da Yamaha, o ano e o CEP de onde a moto dorme. A gente compara as seguradoras que aceitam o seu modelo e te apresenta casco completo e roubo/furto lado a lado, com o preço de cada.


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Compara casco completo e roubo/furto, com as seguradoras que aceitam o seu modelo.


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Jorge Neto, fundador da Rio Rubio Corretora
Escrito e revisado por

Jorge Neto

Fundador da Rio Rubio Corretora. 28 anos no mercado de risco financeiro — atuou 20 anos em auditoria financeira e gestão de riscos em grandes bancos e seguradoras antes de fundar a Rio Rubio em 2017. Conhece a estrutura técnica e regulatória do seguro por dentro.

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